Repatriados 94 passageiros e tripulantes de navio afetado por hantavírus | G1

“`json
{
"title": "Fim da Repatriação: 94 Pessoas Deixam Navio Afetado por Hantavírus em Tenerife",
"subtitle": "Operação de retorno em larga escala para passageiros e tripulantes do cruzeiro Hondius chega ao fim, com foco em segurança sanitária e cooperação internacional.",
"content_html": "<h1>Fim da Repatriação: 94 Pessoas Deixam Navio Afetado por Hantavírus em Tenerife</h1>n<h2>Operação de retorno em larga escala para passageiros e tripulantes do cruzeiro Hondius chega ao fim, com foco em segurança sanitária e cooperação internacional.</h2>nn<p>A operação de repatriação de 94 passageiros e tripulantes do cruzeiro MV Hondius, afetado por um surto de hantavírus, concluiu seu segundo e último dia na segunda-feira (11) na ilha espanhola de Tenerife. Os envolvidos, de 19 nacionalidades diferentes, iniciaram seu retorno para casa em voos organizados, enquanto o navio zarpará rumo aos Países Baixos com cerca de 30 tripulantes a bordo.</p>nn<h3>Esquema Logístico e Sanitário em Tenerife</h3>n<p>A repatriação foi realizada através do aeroporto de Tenerife Sul, com voos organizados por nacionalidades. A operação, que transcorreu com "total normalidade e segurança", segundo a ministra da Saúde da Espanha, Mónica García, envolveu um amplo esquema sanitário e logístico. Passageiros desembarcaram em pequenos grupos, transportados em lanchas até terra antes de seguirem para o aeroporto. O primeiro grupo a deixar o cruzeiro foi o dos 14 espanhóis, que foram para Madri para cumprir quarentena em um hospital militar.</p>nn<h3>Cooperação Internacional e Riscos Avaliados</h3>n<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, presente em Tenerife, destacou a cooperação entre os países na gestão da crise, reiterando que o risco para a saúde pública é considerado baixo. Autoridades sanitárias informaram que a maioria dos passageiros permanece assintomática, mas todos são classificados como "contatos de alto risco" e devem cumprir quarentena. Uma exceção notável é a dos americanos, que não terão quarentena obrigatória, uma decisão que, segundo o diretor interino dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Jay Bhattacharya, visa manter a calma e não se trata de um caso de COVID-19.</p>nn<h3>O Hantavírus e o Navio Hondius</h3>n<p>O surto de hantavírus no Hondius resultou em seis casos confirmados e três mortes até o momento, de acordo com o último balanço da OMS. O vírus é raro e não possui vacina. O navio, que partiu em 1º de abril de Ushuaia, na Argentina, permaneceu ancorado a pedido das autoridades das Ilhas Canárias, que inicialmente rejeitaram a operação por motivos de segurança sanitária. No entanto, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, defendeu a operação, afirmando que a Espanha responderá com "exemplaridade e eficácia".</p>nn<h3>O Ambiente a Bordo e o Retorno para Casa</h3>n<p>Apesar da gravidade da situação, um dos passageiros argentinos repatriados, Carlo Ferello, minimizou o ambiente a bordo, descrevendo-o como não "preocupante" e que a vida seguiu de maneira "bastante normal" após os primeiros contágios. Voos de repatriação levaram passageiros para França, Países Baixos (incluindo um argentino e um guatemalteco), Canadá, Irlanda, Turquia e Reino Unido. Os britânicos, por exemplo, aterrissaram em Manchester e devem ficar em quarentena por até 72 horas perto de Liverpool. Os últimos voos, um australiano e um holandês, decolaram na segunda-feira, marcando o fim da evacuação por via aérea.</p>"
}
“`

Fonte: g1.globo.com

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *