Festival Olhe pra Cima: Arte Pública e Exposição Inédita Transformam Porto Alegre

Exposição Celebra 5 Anos de Arte Urbana no MACRS

O Festival Olhe pra Cima, pioneiro em muralismo e arte pública em Porto Alegre desde 2021, expande suas atividades com a inauguração de uma exposição inédita no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MACRS). A mostra, localizada em um antigo bonde no pátio do museu, celebra os cinco anos do festival, reunindo o acervo de murais e artistas que transformaram a capital gaúcha em um museu a céu aberto. A iniciativa, que conta com audiodescrição para acessibilidade, estará aberta ao público gratuitamente até 9 de maio.

Edição 2025/2026: Novos Murais e Foco Social

A quinta edição do festival, prevista para ocorrer entre janeiro e maio de 2026, promete ampliar ainda mais o impacto da arte urbana. Serão pintados mais seis empenas e 13 outros murais, totalizando 19 obras e mais de 9 mil m² de intervenções artísticas em bairros como Centro Histórico, Independência, Floresta e Cidade Baixa. Artistas renomados como Aline Bispo e Apolo Torres já foram confirmados para esta etapa, que conta com o patrocínio de Tintas Renner by PPG e Budweiser, além do apoio da Fruki Bebidas.

Impacto Social e Inclusão: O Festival Olhe pra Cima no Sarandi

O festival reafirma seu compromisso com ações sociais, com destaque para a intervenção artística coletiva planejada para o bairro Sarandi, um dos mais afetados pelas enchentes de 2024. Em 2025/2026, 10 artistas selecionados por meio de um edital específico criarão uma obra conjunta, integrando o tour do projeto. Essa iniciativa, inspirada em projetos como o Viva Elizabeth – Diálogos que transformam a vila, busca descentralizar investimentos em cultura, impulsionar a economia local e fortalecer o senso de pertencimento nas comunidades.

Arte que Transforma Paisagens e Vidas

Vinicius Amorim, criador e curador do Festival Olhe pra Cima, ressalta a importância da arte pública para a revitalização urbana e o desenvolvimento social. “Nossa meta é alcançar o máximo de regiões possíveis ao longo dos anos. Sabemos que essa mudança na paisagem urbana vai para além de revitalizar os prédios, pois traz transformações de impacto social”, declara. A arte pública, segundo ele, promove o desenvolvimento econômico, cultural e social, além de beneficiar o indivíduo em sua saúde, cognição e laços interpessoais, resgatando a sensação de pertencimento e transformando vias públicas em espaços de arte, reflexão e beleza.

Fonte: www.brasildefato.com.br

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