Seis pessoas morreram em um grave acidente aéreo na manhã deste domingo (14), quando dois helicópteros colidiram em pleno voo sobre o bairro do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A batida resultou em uma queda violenta das aeronaves, com uma delas explodindo ao atingir o solo, o que desencadeou uma série de explosões em veículos elétricos estacionados em um terreno próximo.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8h59 para atender à ocorrência. Segundo relatos de testemunhas, as aeronaves, identificadas como PP-MAC e PR-DJJ, chocaram-se no ar. O porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, major Fábio Contreras, confirmou que não houve sobreviventes entre os tripulantes. Moradores da região registraram o momento da queda e as explosões em vídeos que rapidamente circularam nas redes sociais.
Local da queda e incêndio devastador
As aeronaves caíram em um terreno de uma igreja abandonada, alugado pela empresa BYD, na interseção da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos. O impacto inicial de um dos helicópteros provocou uma grande explosão, que se alastrou para os carros elétricos no local, gerando mais explosões e uma densa coluna de fumaça que pôde ser vista a quilômetros de distância. O outro helicóptero não pegou fogo, mas caiu com o trem de pouso virado para cima.
Repercussão internacional e relatos emocionados
O trágico acidente chamou a atenção de veículos de imprensa internacionais, com jornais dos Estados Unidos e da Argentina já noticiando o ocorrido. Nas redes sociais, amigos e conhecidos das vítimas expressaram sua dor e incredulidade. Um influenciador digital relatou ter desistido de embarcar em um dos helicópteros devido a um compromisso de última hora, enquanto outro amigo, visivelmente abalado, confirmou a identidade de algumas das vítimas, lamentando a perda.
Investigação em andamento
As causas exatas da colisão ainda serão investigadas pelas autoridades competentes. Informações preliminares indicam que um dos helicópteros envolvidos no acidente pertencia a um proprietário que já havia sido autuado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 2025. O modelo ‘Esquilo’, utilizado em uma das aeronaves, tem capacidade para até cinco passageiros.
Fonte: g1.globo.com
